20/09/2018

As recentes notícias sobre os surtos de influenza equina (gripe do cavalo) que ocorreram em países vizinhos ao Brasil alertaram criadores e profissionais de todo o país, levando à adoção de medidas protetivas. Recentemente, a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Irrigação, a SEAPI, do Rio Grande do Sul alterou os requisitos para ingresso de animais em feiras, exposições e leilões no Estado, determinando a obrigatoriedade da vacinação contra influenza equina. A normativa, que entraria em vigor em 28 de agosto e foi prorrogada para 6 de fevereiro, objetiva reduzir os riscos de contaminação e garantir a proteção da saúde animal.

 

 

A justificativa para essa alteração é que, anteriormente, apenas o atestado clínico alegando que o animal não apresentava sintomas de influenza não o impedia de se infectar posteriormente. Com a nova regulamentação, as autoridades passam a exigir a comprovação de que o cavalo está vacinado e, portanto, protegido, reduzindo os riscos de disseminação e surtos de gripe equina em leilões, feiras e exposições. Entretanto, para as demais atividades de cavalgadas e rodeios, continua valendo o requisito anterior do atestado clínico emitido pelo Veterinário.

 


A gripe em cavalos é uma enfermidade preocupante, pois tende a se espalhar rapidamente entre animais suscetíveis e não vacinados, causando um quadro clínico respiratório, com consequente predisposição às infecções oportunistas e agravamento dos sintomas. Além do comprometimento do estado de saúde, os cavalos também têm um prejuízo no cumprimento do calendário esportivo, queda de performance, restrição no trânsito e ingresso em eventos do setor.

 


Como forma de prevenir estes prejuízos, as medidas de manejo sanitário (higiene e boa ventilação nas instalações, isolamento de doentes, quarentena e outros), boa nutrição e vacinação são fundamentais, embora nenhuma destas se mostre tão eficaz quanto a imunização para a prevenção de surtos.

  


A imunização é um procedimento simples, mas que exige planejamento quanto à escolha da vacina e correto cumprimento do calendário, sendo fundamental compreender como o vírus da gripe age para “escapar” das vacinas e o porquê é importante escolher um produto com cepas atualizadas.

 


O vírus da gripe equina tem capacidade de sofrer muitas mutações e com isso, consegue “escapar” da ação do sistema imune do animal, que não o reconhece mais. Para evitar que isso ocorra, a saída é utilizar uma vacina que tenha em sua composição as cepas mais recentes de influenza, acompanhando essas mutações virais. Assim, quando o animal recebe uma vacina atualizada, seu sistema imune estará sensibilizado com as últimas mudanças que o vírus sofreu e o reconhecerá mais facilmente, gerando uma melhor proteção aos equinos.

 


As vacinas da Venco Saúde Animal para influenza equina são as mais atualizadas do mercado e seguem as orientações da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Dentre as vacinas disponíveis, há a Influenza Horse que protege contra influenza e a Influenza H1/4 que protege contra influenza e herpesvírus equino, comumente envolvido em problemas respiratórios. Além desses produtos, a Venco Saúde Animal possui a vacina Lexington-8 que protege contra encefalomielite, rinopneumonite, tétano e influenza, ideal para a prevenção das 4 principais enfermidades infectocontagiosas dos cavalos.

 


A escolha de uma vacina completa e atualizada, aliada ao cumprimento do protocolo vacinal e das medidas sanitárias permite uma ampla proteção contra a influenza equina e seus prejuízos. Vacine seus animais!